Vivemos a era da exaustão.
Não há demora no olhar, na escuta, na (auto)contemplação.
A presença vem perdendo significado.
A tecnologia avançou mais rápido do que a sensibilidade.
“O mundo está ao contrário e ninguém reparou”.
A Casa nasce para ressignificar os sentidos, antes que o humano se perca de si.